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Medicina Tradicional Chinesa

A Medicina Tradicional Chinesa assenta num conjunto vastíssimo de conhecimentos milenares e a sua prática obedece a um rigoroso método de observação e diagnóstico que lhe é específico e sustenta as decisões do plano de tratamento.
A Medicina Tradicional Chinesa interpreta as manifestações dos processos patológicos integrando-as numa visão global da pessoa e, tradicionalmente, estabelecendo relações bem precisas entre a pessoa e o meio ambiente.
As técnicas da Medicina Chinesa demonstram  na prática clínica, que tem benefícios no tratamento de um amplo conjunto de doenças funcionais para as quais o tratamento farmacológico convencional nem sempre tem resultados satisfatórios.
Referências:

LEE, Jae-Dong; PARK, Hi-Joon; CHAE, Younbyoung; LIM, Sabina; An Overview of Bee Venom Acuuncture in the Treatment of Arthritis; eCam 2005; 2(1)79-84.

MA, Yun-Tao; MA, Mila; CHO, Zang Hee; Acupuntura para Controle da Dor, um Enfoque Integrado; 1o ed.:2006;

Moléculas da Medicina Chinesa parte II

       MOLÉCULAS DA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA
HIPERICINA
(antidepressivo e dopaminérgico)
Conhecida na Medicina Tradicional Chinesa como 貫葉連翹, Guan Ye Lian Qiao, a hipericina é uma naftosodirona, um derivado de antraquinona que, juntamente com a hiperforina, é um dos principais constituintes ativos de Hypericum. Pesquisas indicam que a hipericina atua como antibiótico, antiviral e inibidor de quinase não específico. A hipericina pode inibir a ação da enzima dopamina β-hidroxilase, levando a níveis aumentados de dopamina (indicado para tratamento de Parkinson), embora possivelmente diminuindo a norepinefrina e a epinefrina .
Inicialmente, acreditava-se que a atividade farmacológica antidepressiva da hipericina era devido à inibição da enzima monoamina oxidase (MAO). O extrato bruto de Hypericum é um inibidor fraco de MAO-A e MAO-B . A hipericina isolada não exibe essa atividade, mas tem alguma afinidade por receptores de NMDA . Isso indica que outros constituintes são responsáveis pelo efeito na MAO. Ao que tudo indica o mecanismo da atividade antidepressiva é devido à inibição da recaptação de certos neurotransmissores.

Referências:
1 Oubre, Alondra (1991). “Hypericin: o ingrediente ativo na erva de São João” . Arquivado no original em 28 de setembro de 2007 . Recuperado em 18 de setembro de 2006 .
2 Loren W. Walker (1999). “Uma Revisão da Biogênese Hipotética e Regulação da síntese de Hipericina através do Caminho de Polyketide em Hypericum perforatum e Métodos Experimentais Proposta para Avaliar a Hipótese” .
4 Christian Hertweck (2009). “Biossíntese de politídios”. Angew. Chem. Int. Ed . 48 : 4688-4716. doi : 10.1002 / anie.200806121 .

MOLÉCULAS DA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

MOLÉCULAS DA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA
Princípio ativo utilizado na medicina tradicional Chinesa a mais de 8 mil anos o Epigallocatechin-3-gallate (EGCG) através de ensaios clínicos sugere ter o potencial de impactar uma variedade de doenças humanas. Aparentemente, o EGCG funciona como um poderoso antioxidante, prevenindo dano oxidativo em células saudáveis, mas também como agente antiangiogênico e antitumoral e como um modulador da resposta das células tumorais à quimioterapia. Grande parte das propriedades quimiopreventivas do câncer do chá verde são mediadas por EGCG que induz apoptose e promove a parada do crescimento celular, alterando a expressão de proteínas reguladoras do ciclo celular, ativando células de defesa e suprimindo fatores de transcrição oncogênicos. Estudos in vitro demonstraram que o EGCG bloqueia a carcinogênese afetando uma ampla gama de caminhos de transdução de sinal, incluindo JAK / STAT, MAPK, PI3K / AKT, Wnt e Notch. EGCG estimula os telômeros através do aumento da atividade da telomerase. Vários estudos clínicos revelaram que o tratamento por EGCG inibe a incidência e a multiplicidade de tumores em diferentes locais e órgãos, como fígado, estômago, pele, pulmão, glândula mamária e cólon. Trabalhos recentes demonstraram que o EGCG reduziu as DNMTs, proteases e atividades de DHFR, o que afetaria a transcrição de TSGs e a síntese protéica. O EGCG tem um grande potencial na prevenção do câncer devido à sua segurança, baixo custo e biodisponibilidade.

 

Referências:

1 Bhagwat, Seema; Haytowitz, David B.; Holden, Joanne M. (September 2011). USDA Database for the Flavonoid Content of Selected Foods, Release 3 (PDF) (Report). Agricultural Research Service, U.S. Department of Agriculture. Retrieved 18 May 2015.
2 Jump up 
^ Lorenz, Mario; Urban, Janka; Engelhardt, Ulrich; Baumann, Gert; Stangl, Karl; Stangl, Verena (January 2009). “Green and Black Tea are Equally Potent Stimuli of NO Production and Vasodilation: New Insights into Tea Ingredients Involved”. Basic Research in Cardiology. 104 (1): 100–110. doi:10.1007/s00395-008-0759-3. PMID 19101751. (Subscription required (help)).
3 Jump up 
^ Chow, H-H. Sherry; Cai, Yan; Hakim, Iman A.; Crowell, James A.; Shahi, Farah; Brooks, Chris A.; Dorr, Robert T.; Hara, Yukihiko; Alberts, David S. (15 August 2003). “Pharmacokinetics and safety of green tea polyphenols after multiple-dose administration of epigallocatechin gallate and polyphenon E in healthy individuals”. Clinical Cancer Research. 9 (9): 3312–3319. PMID 12960117.
4 ^ Jump up to: 
a b c Lee, Mao-Jung; Maliakal, Pius; Chen, Laishun; Meng, Xiaofeng; Bondoc, Flordeliza Y.; Prabhu, Saileta; Lambert, George; Mohr, Sandra; Yang, Chung S. (October 2002). “Pharmacokinetics of tea catechins after ingestion of green tea and (-)-epigallocatechin-3-gallate by humans: formation of different metabolites and individual variability”. Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. 11 (10 Pt 1): 1025–1032. PMID 12376503.
5 Jump up 
^ Manach, C; Williamson, G; Morand, C; Scalbert, A; Rémésy, C (January 2005). “Bioavailability and bioefficacy of polyphenols in humans. I. Review of 97 bioavailability studies”. The American Journal of Clinical Nutrition. 81 (1 Suppl): 230S–242S. PMID 15640486.
6 ^ Jump up to: 
a b Fürst, Robert; Zündorf, Ilse (May 2014). “Plant-derived anti-inflammatory compounds: hopes and disappointments regarding the translation of preclinical knowledge into clinical progress”. Mediators of Inflammation. 2014: 1–9. doi:10.1155/2014/146832. PMC 4060065 . PMID 24987194. 146832.

 

Atividade Física e Longevidade

O exercício físico é um fator fundamental na promoção da longevidade celular e de benefícios à saúde física, bem como previne ou retarda o declínio intelectual e reduz o estresse, com consequente manutenção do bem-estar.

Um estudo de coorte com 2.761 idosos acima de 65 anos determinou a influência da atividade física sobre a performance funcional e a longevidade. Os autores observaram a diminuição de 15% na mortalidade e o aumento de 2,5 anos na longevidade de idosos ativos fisicamente em relação a idosos sedentários.

Outro estudo avaliou, a partir de questionários de autorrelato, as atividades físicas realizas pelos participantes em um período de 5 anos. A amostra foi composta por 72 idosos do sexo masculino, com idade média de 75 anos. Diante dos resultados, comprovaram uma diminuição nos índices de mortalidade entre os indivíduos que permaneceram fisicamente ativos.

Além da prática de exercícios físicos, a alimentação, também, exerce papel fundamental quando se trata de longevidade. Os antioxidantes têm sido pauta de diversas discussões, pois auxiliam na redução do estresse oxidativo e da presença de radicais livres no organismo, assim, diminuindo os efeitos prejudiciais advindos do excesso de espécies reativas de oxigênio.

Os principais nutrientes e compostos bioativos com papel antioxidante, capazes de reduzir os danos provocados por radicais hidroxilas em excesso no exercício intenso, são ácido ascórbico, betacaroteno,  alfatocoferol, zinco,  flavonoides e selênio. O esporte proporciona aos idosos maior proteção contra as enfermidades crônico-degenerativas, preserva a mobilidade, a força muscular, a resistência, a força óssea, o equilíbrio e a coordenação, além de proporcionar ao idoso uma vida mais saudável, com autoestima e bem-estar, favorecendo a longevidade.

A prática de exercício de endurance, ao longo da vida, está associada a uma diminuição dos marcadores inflamatórios, melhora da sensibilidade à insulina e diminuição dos triglicerídeos, independentemente da idade. A maioria dos estudos conclui que o aumento do tempo investido no esporte diminui os níveis de biomarcadores inflamatórios como proteína C reativa (PCR), IL-6 e, em alguns casos, TNF-alfa.

O modelo do envelhecimento ativo continua a representar uma estrutura coerente e abrangente para estratégias em âmbitos global, nacional, local e individual para reagir à revolução da longevidade.

REFERÊNCIAS

BIJNEN, C.H.F. et al. Baseline and previous physical activity in relation to mortality in elderly men. American Journal of Epidemiology, v.150, n.12, p.1289- 1296, dez. 1999.

CENTRO INTERNACIONAL DE LONGEVIDADE BRASIL: Envelhecimento Ativo: Um Marco Político em Resposta à Revolução da Longevidade. Rio de Janeiro: Silvia M. Costa, 2015.

GUIMARÃES, L. M. Influencia de uma alimentação saudável para longevidade e prevenção de doenças. Interciência & Sociedade, v.3, n.2, p.60-67, 2014.

HOLME, I. A. Increases in physical activity is as important as smoking cessation for reduction in total mortality in elderly men: 12 years of follow-up of the Oslo II study. Br J Sports Med. BMJ Publishing Group Ltd and British Association of Sport and Exercise Medicine, v.49, n. 11, p.743-751, maio 2015.

MIKKELSEN, U. R. et al. Life-long endurance exercise in humans: circulating levels of inflammatory markers and leg muscle size. Mech Ageing, v. 134, n.12, p. 531-571, dez. 2013.

SANTOS, L. et al. Eficácia da atividade física na manutenção do desempenho funcional do idoso: revisão da literatura. Fisioterapia Brasil, Belo Horizonte, v.2, n.3, p.169-177, maio 2001.

SANTOS, H. et al. Atividade física e seus benefícios para qualidade de vida do idoso. Revista Saúde e Desenvolvimento, São Paulo, v. 11, n. 7, p.110-121, abr. 2017.

EQUILÍBRIO

Observando, aprenderemos com os animais e com os movimentos naturais da vida, como a chuva, o sol, o frio, o calor, que tudo na natureza é equilibrado e sem desperdício. Há um equilíbrio natural que sustenta e coordena todos esses movimentos e, quando o desrespeitamos acabamos criando distúrbios que poderiam ser evitados se todos praticassem a observação. Assim também acontece conosco. Se comemos demais, bebemos demais, nos irritamos demais, falamos o que não precisamos,  cometemos pequenos excessos, criamos distúrbios que vão saturando nossa atmosfera mental e nossa saúde. Com observação, podemos reeducar nossos sentidos e necessidades, naturalmente. Com essa prática é mais fácil conquistar equilíbrio e moderação nas nossas necessidades de forma espontânea. Assim, você ficará mais atento a seus movimentos e aprenderá a fazer somente o necessário.

Referências:
Wu Jyh Cherng, Tao Te Ching – O Livro do Caminho e da Virtude de Lao Tse 

NOBEL DE MEDICINA DE 2017

NOBEL DE MEDICINA DE 2017

Os cientistas Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young ganharam na segunda-feira o Prêmio Nobel de Medicina de 2017 “por descobrirem os mecanismos moleculares que controlam o ritmo circadiano”, os fenômenos biológicos que ocorrem ritmicamente por volta da mesma hora do dia, como o sono. Suas descobertas, explicam como as plantas, os animais e as pessoas sincronizam seus ritmos biológicos com as voltas do planeta Terra.
Hall e Rosbash conseguiram então descobrir que a proteína PER, codificada pelo gene período, era acumulada durante a noite e degradada durante o dia. Assim, os níveis de proteína PER oscilavam em um ciclo de 24 horas, em sincronia com o ritmo circadiano.
Ainda faltava entender como essas oscilações diárias eram geradas e mantidas. Hall e Rosbash levantaram a hipótese de que a proteína PER bloqueava a atividade do próprio gene período. Eles perceberam que a proteína PER era capaz de impedir sua própria síntese e, assim, regular seus próprios níveis em um ritmo contínuo e cíclico.
A medicina tradicional chinesa refere-se a “Maré Energética”, a pelo menos quatro mil e quinhentos anos, onde relatava a influencia e sincronismo do meio ambiente com o corpo Humano. Tanto quanto cada sistema de meridianos possuem uma estação correspondente, cor, emoção e outras conexões relacionadas, assim como cada período de 24 horas. Tal como acontece com os ritmos circadianos, os meridianos seguem períodos naturais de atividade aumentada e de descanso relativo. Observar e respeitar esse ritmo permite que nosso corpo funcione de forma mais eficiente e se reforce contra patologias.

PARALISIA FACIAL

PARALISIA FACIAL

A paralisia de Bell é uma paralisia do nervo facial (VII nervo craniano) que resulta em inabilidade para controlar os músculos faciais no lado afetado. Várias condições podem causar uma paralisia facial, por exemplo, tumor cerebral, AVC e doença de Lyme. Porém, se nenhuma causa específica pode ser identificada, a condição é conhecida como paralisia de Bell. Nomeada pelo anatomista escocês Charles Bell, que primeiro descreveu-a, a paralisia de Bell é a mononeuropatia aguda mais comum (doença que envolve só um nervo), e é a causa mais comum de paralisia aguda de nervo facial.
A incidência anual da paralisia de Bell é de cerca de 20 afetados para cada 100.000 habitantes. A doença costuma ocorrer mais em gestantes e diabéticos.
Acredita-se que é uma condição inflamatória que leva ao inchaço do nervo facial. Acredita-se que o inchaço do nervo e sua compressão no estreito canal ósseo do crânio atrás da orelha possam levar à inibição, lesão ou morte do nervo. Nenhuma causa prontamente identificável para a paralisia de Bell foi encontrada até hoje.
A acupuntura e a utilização da farmacologia Chinesa como importantes recursos antiinflamatórios auxiliam na remissão dos sintomas em dois ou três dias.

 

Referências:

1 Facial Nerve Problems and Bell’s Palsy Information on MedicineNet.com
2 
↑ Furuta Y, Ohtani F, Chida E, Mesuda Y, Fukuda S, Inuyama Y (2001). «Herpes simplex virus type 1 reactivation and antiviral therapy in patients with acute peripheral facial palsy». Auris Nasus Larynx. 28 Suppl: S13–7. PMID 11683332. doi:10.1016/S0385-8146(00)00105-X
3 
a b Kasse et al. (2003) Clinical data and prognosis in 1521 cases of Bell’s palsy. International Congress Series (2003) Issue Vol.1240 Page no. 641-647 ISSN 05315131 (page 646)
4 
↑ Hato N, Matsumoto S, Kisaki H; et al. (2003). «Efficacy of early treatment of Bell’s palsy with oral acyclovir and prednisolone». Otol. Neurotol. 24 (6): 948–51. PMID 14600480. doi:10.1097/00129492-200311000-00022

MEDICINA TRADICIONAL CHINESA X MEDICINA OCIDENTAL

Muitas nações em todo o mundo desenvolveram suas próprias teorias médicas, e a medicina tradicional chinesa, como uma das mais antigas, enriquece muito o tesouro médico de toda a humanidade. Assim, a medicina tradicional chinesa deve aprender com as excelentes teorias médicas de outras nações, aproveitando seus recursos e tecnologias. Além disso, também deve trabalhar em conjunto com outras teorias médicas para salvaguardar e melhorar a saúde de toda a Humanidade.

De um modo geral, as diferenças entre medicina ocidental e medicina tradicional chinesa podem ser categorizadas nos seguintes aspectos: A primeira enfatiza o pensamento analítico e, portanto, é relativamente precisa, enquanto a última enfatiza a abrangência e, portanto, comparativamente mais complexa. A primeira enfatiza a uniformidade e, portanto, replicável, enquanto a Medicina Tradicional Chinesa enfatiza a individualidade e, portanto, variável. A primeira usa a mesma receita para a mesma doença e, portanto, mais padronizada, enquanto a última fornece tratamento personalizado e, portanto, mais flexível. A primeira concentra-se no foco da infecção e, portanto, mais direta, enquanto a última trata todo o corpo e, portanto, depende mais da experiência.
A teoria da medicina tradicional chinesa enfatiza a harmonia humana com a natureza, a harmonia dentro do corpo e a harmonia entre corpo e mente. As mudanças climáticas sazonais têm um impacto significativo sobre a saúde humana. Por exemplo, a medicina tradicional chinesa defende o tratamento das doenças de inverno no verão e as doenças do verão no inverno, o que demonstra o reconhecimento da harmonia entre o corpo humano e a natureza.

Medicina Tradicional Chinesa Patrimônio Cultural e Imaterial pela UNESCO

Em novembro de 2010, o Comitê Intergovernamental da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial aprovou oficialmente a inclusão da Medicina Tradicional Chinesa na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Até agora, mais de 30 colégios e mais de 100 institutos na China estão envolvidos em educação e pesquisas da Teoria da Medicina Tradicional Chinesa, e a técnica foi aplicada ao tratamento clínico por instituições médicas em mais de 160 países e regiões, envolvendo mais de 100.000 acupuntores registrados.

A Acupuntura foi reverenciada como o “representante da cultura chinesa”, juntamente com cozinha chinesa, kung fu e a fitoterapia. “A acupuntura não é apenas uma terapia, mas também uma notável representante da Medicina Tradicional Chinesa que remonta a mais de 5.000 anos. Sua representatividade como o Patrimônio Mundial indica que a Medicina Tradicional Chinesa, baseada na harmonia entre o homem e a natureza, bem como as teorias dialéticas, adquiriu reconhecimento mundial.

“Ao contrário da medicina ocidental que é considerada apenas como ciência médica, a medicina tradicional chinesa inclui filosofia chinesa, somatologia, ciência ambiental, astronomia, meteorologia, mineralogia, botânica e humanidades, e também leva em conta a alma, o humor e a ética humanas “.

Ao diagnosticar, médicos tradicionais chineses consideram não só a própria doença, mas também o humor e o sentimento do paciente como base para obter uma compreensão abrangente. Na teoria médica chinesa tradicional, a saúde mental e corporal estão estreitamente inter-relacionadas. Uma grande diferença entre a medicina tradicional chinesa e a medicina ocidental é que o primeiro trata as pessoas enquanto o último cura doenças.

De acordo com a medicina chinesa tradicional, o tratamento médico é personalizado porque as pessoas variam em suas condições congênitas, antecedentes familiares, ambiente de crescimento, experiência de vida, alimentos, gênero e idade.